19 de junho de 2015

Confirmado: Controle da Mente por nanopartículas


A alguns anos atrás, surgiu uma história que cientistas estariam trabalhando numa "Smart Dust" (Poeira Inteligente, numa tradução literal) - nanopartículas que poderiam ser usadas como uma rede de sensores para uma variedade de aplicações de segurança e ambientais. Seguiu-se uma versão mais literal da "Smart Dust", que foi concebida para abrir caminhos para o estabelecimento de um interface cérebro-computador.

O sistema cerebral foi nomeado "Neural Dust" (ou Poeira Neural) e tinha a intenção de "monitorar o cérebro, de dentro dele". Os inventores especulavam que a rede de nanopartículas injetadas no cérebro podiam media a atividade elétrica dos neurônios, e então usar ultrassom para transferir dados em uma via de mão-dupla. Teoricamente, isto poderia levar a leitura, geração ou alteração da informação, isto é, controle da mente. Mais preocupante, no momento, é que suas teorias haviam entrado na fase de testes e mostraram algum sucesso, embora com um besouro.

Novas pesquisas conduzidas pela Florida International University indicam que agora avançaram para testes com camundongos e as conclusões e considerações sobre o que eles encontraram e onde tudo isso é controlado é ainda menos reconfortante que as descobertas anteriores.

Naturalmente, o comunicado de imprensa destaca somente os benefícios dessa tecnologia. Não se pode negar abertamente essas possibilidades, mas também temos de colocar isso em perspectiva, sabendo o que sabemos sobre a missão da DARPA para aplicar isso militarmente.

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